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Metrology Systems Brasil

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA INDUSTRIAL

Tomografia Industrial por Raios X

Veja, meça e analise o interior e o exterior de componentes sem destruir a peça.

A tomografia computadorizada industrial permite reconstruir um volume 3D completo da peça para inspeção dimensional, análise interna, comparação com CAD, detecção de porosidades, vazios e outras características que não podem ser acessadas por métodos convencionais.

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Quando o interior da peça importa

Nem tudo o que precisa ser inspecionado está acessível por métodos convencionais

CMMs, braços de medição e sistemas ópticos são extremamente eficientes quando as características estão acessíveis. O desafio começa quando geometrias, canais, cavidades, paredes ou possíveis defeitos estão escondidos dentro do componente.

Geometrias internas

Canais, cavidades, furos internos e regiões que não podem ser alcançadas diretamente por um apalpador ou sistema óptico externo.

Defeitos internos

Porosidades, vazios, inclusões e outras descontinuidades podem estar presentes dentro do material sem qualquer evidência visível na superfície.

Montagens fechadas

Componentes internos, encaixes e relações de montagem podem precisar ser avaliados sem desmontar o conjunto ou alterar sua condição original.

Análise sem destruir a peça

A tomografia permite investigar o interior do componente sem cortar, seccionar ou danificar a peça para ter acesso às características internas.

Uma nova forma de inspecionar

A tomografia muda a pergunta.

Em vez de perguntar “como acessar essa característica?”, passa a ser possível reconstruir o componente em um volume 3D e analisar virtualmente regiões externas, internas e ocultas.

O diferencial está no volume completo.

A mesma aquisição pode gerar informações para análise dimensional, inspeção interna e avaliação de características que não seriam acessíveis diretamente por métodos convencionais.
Do raio X ao modelo 3D

Como funciona a tomografia computadorizada industrial?

A tomografia industrial combina aquisição por raios X e reconstrução computacional para transformar múltiplas projeções radiográficas em um volume tridimensional completo do componente.

01

Raios X atravessam a peça

Uma fonte emite raios X através do componente. A atenuação varia conforme material, espessura e densidade.

Aquisição
02

O detector registra projeções 2D

Durante a rotação do componente, o detector captura imagens radiográficas em diferentes ângulos.

Projeções
03

O software reconstrói os dados

As projeções são processadas matematicamente para reconstruir o interior e o exterior do componente.

Reconstrução
04

Surge um volume 3D

O resultado é um modelo volumétrico digital composto por voxels, representando a estrutura completa da peça.

Volume
05

O volume pode ser analisado

A partir do volume reconstruído, o usuário pode realizar cortes virtuais, medições e diferentes avaliações.

Análise
O resultado final

Não é apenas uma imagem do interior da peça.

O resultado da tomografia é um volume 3D digital que pode ser explorado, seccionado virtualmente, medido e comparado com outras referências, permitindo transformar uma única aquisição em diferentes tipos de análise.

A partir desse mesmo volume é possível realizar, conforme a aplicação:
  • Cortes virtuais em diferentes direções.
  • Análise dimensional.
  • Comparação com modelo CAD.
  • Análise de porosidade e vazios.
  • Medição de espessura de parede.
  • Avaliação de características internas.
Um único scan, múltiplas análises

O que pode ser descoberto com a tomografia industrial?

Depois da reconstrução do volume 3D, o mesmo conjunto de dados pode ser explorado de diferentes formas. Isso permite utilizar uma única aquisição para responder a questões dimensionais, estruturais e de qualidade.

XYZ

Metrologia dimensional

Avaliação de dimensões, posições, distâncias, formas e relações geométricas em características externas e internas da peça.

Porosidade e vazios

Identificação e avaliação de regiões internas com poros, vazios e outras descontinuidades presentes no material.

Espessura de parede

Análise da distribuição de espessura ao longo do componente, inclusive em regiões internas de difícil acesso.

CAD

Comparação CAD x peça real

Comparação do volume medido com o modelo nominal para visualizar desvios geométricos ao longo do componente.

Montagens internas

Avaliação de encaixes, posicionamento e relações entre componentes internos sem necessidade de desmontagem.

3D

Engenharia reversa

Extração da geometria tridimensional para análise, desenvolvimento, comparação ou reconstrução digital do componente.

O valor está nos dados

Uma peça. Um scan. Múltiplas respostas.

O mesmo volume reconstruído pode alimentar diferentes análises sem necessidade de cortar a peça ou repetir a inspeção física para cada característica que precisa ser investigada.

Quer saber se a tomografia industrial pode resolver sua aplicação? Envie informações da peça, material, dimensões e o que precisa ser analisado.

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Duas faces da mesma tecnologia

Tomografia industrial para metrologia dimensional e análise interna

A tomografia computadorizada industrial pode ser utilizada tanto para avaliação dimensional quanto para inspeção interna não destrutiva. O mesmo volume 3D reconstruído pode servir como base para diferentes tipos de análise conforme a necessidade do processo.

Metrologia dimensional

Medir características internas e externas

O volume reconstruído pode ser utilizado para avaliar características geométricas e dimensionais da peça, inclusive regiões que não podem ser acessadas diretamente.

  • Dimensões internas e externas.
  • Posições e relações geométricas.
  • Espessura de parede.
  • Comparação com modelo CAD.
  • Geometrias internas de difícil acesso.
  • Análise de desvios dimensionais.
Ensaio não destrutivo

Investigar o interior sem cortar a peça

A tomografia permite observar características internas e investigar possíveis descontinuidades preservando a condição original do componente.

  • Porosidade e vazios.
  • Inclusões internas.
  • Descontinuidades no material.
  • Falhas ou relações de montagem.
  • Regiões ocultas do componente.
  • Análise interna sem seccionamento físico.
Um único volume, diferentes objetivos

A grande força da CT está na quantidade de informação disponível.

A mesma reconstrução volumétrica pode ser explorada para responder perguntas dimensionais e investigar características internas, reduzindo a necessidade de diferentes métodos de inspeção para determinadas aplicações.

Metrologia e inspeção interna não precisam ser tratadas como mundos separados.

Dependendo da aplicação, a tomografia pode fornecer dados para ambos os objetivos a partir do mesmo conjunto de informações.
Aplicações industriais

Onde a tomografia industrial gera valor?

A possibilidade de visualizar e medir estruturas internas sem destruir o componente torna a tomografia computadorizada uma ferramenta poderosa em aplicações onde a geometria, a integridade interna e o controle dimensional precisam ser avaliados em conjunto.

Tomografia industrial aplicada à inspeção de bloco automotivo
Automotivo

Fundidos, canais internos e porosidade

Inspeção de blocos, carcaças e componentes fundidos para avaliar porosidade, vazios, canais internos, espessuras e características dimensionais sem necessidade de corte da peça.

Tomografia industrial aplicada à inspeção de componente aeroespacial
Aeroespacial

Geometrias complexas e canais internos

Avaliação de pás, componentes estruturais e peças de alta complexidade, incluindo canais internos, regiões ocultas e características que não podem ser acessadas por métodos convencionais.

Tomografia industrial aplicada à inspeção de módulo eletrônico
Eletrônica

Montagens, soldas e conexões internas

Inspeção de módulos e conjuntos eletrônicos para avaliar componentes internos, conexões, soldas, posicionamento e possíveis falhas sem necessidade de desmontagem.

Tomografia industrial aplicada à manufatura aditiva metálica
Manufatura aditiva

Estruturas internas e qualidade da fabricação

Inspeção de peças produzidas por manufatura aditiva para analisar porosidade, vazios, estruturas internas, espessuras e conformidade geométrica da peça fabricada.

Quando o interior também faz parte da qualidade

A CT permite transformar regiões ocultas em dados analisáveis.

Independentemente do setor, o valor da tomografia aparece quando informações internas, características dimensionais e integridade do componente precisam ser analisadas sem destruir a peça.

Tem uma aplicação específica? Envie o material, dimensões da peça e o que precisa ser analisado para avaliarmos a solução adequada.

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Tecnologias complementares

Tomografia x CMM x medição óptica: quando usar cada tecnologia?

As três tecnologias podem fazer parte de um processo moderno de controle dimensional, mas cada uma trabalha melhor em desafios diferentes. A escolha deve considerar acesso à geometria, tolerâncias, tipo de dado necessário, frequência de inspeção e estratégia do processo.

Volume completo

Tomografia industrial

A CT reconstrói o componente em um volume tridimensional, permitindo analisar características externas, internas e informações do próprio material.

  • Acesso virtual a geometrias internas e ocultas.
  • Metrologia dimensional interna e externa.
  • Análise de porosidade, vazios e descontinuidades.
  • Espessura de parede e comparação CAD.
  • Inspeção sem cortar ou desmontar a peça.
Precisão dimensional

Máquina de medição por coordenadas

A CMM é especialmente forte na medição dimensional de características acessíveis e em processos que exigem rotinas padronizadas e repetíveis.

  • Medição dimensional de superfícies acessíveis.
  • Alta repetibilidade em rotinas programadas.
  • Boa capacidade para GD&T e controle geométrico.
  • Excelente para inspeções seriadas.
  • Grande variedade de sistemas de medição.
Superfície externa

Medição óptica

Sistemas ópticos permitem adquirir rapidamente grande quantidade de dados de superfícies externas sem contato direto com a peça.

  • Aquisição rápida de superfícies.
  • Boa aplicação em formas livres e geometrias complexas.
  • Geração de nuvens de pontos.
  • Comparação com modelos CAD.
  • Não acessa diretamente regiões internas de peças opacas.
Critério Tomografia industrial CMM Medição óptica
Superfície externa Sim Sim Sim
Geometria interna oculta Grande diferencial da tecnologia. Apenas quando existe acesso físico adequado. Normalmente não em componentes opacos.
Contato com a peça Não. Pode utilizar medição tátil ou outros sistemas conforme a configuração. Não.
Análise interna do material Pode avaliar porosidade, vazios e outras características detectáveis pela aplicação. Não é sua função principal. Não é sua função principal.
Comparação CAD Sim. Sim, conforme software e estratégia. Sim.
Produção seriada Depende do tempo de aquisição, peça e aplicação. Especialmente forte em rotinas automatizadas. Pode oferecer aquisição rápida em várias aplicações.
Principal vantagem Analisar interior, exterior e volume da peça sem destruí-la. Controle dimensional estruturado e repetível. Captura rápida e ampla da superfície externa.
A tecnologia certa para o problema certo

A tomografia não substitui todas as tecnologias de medição.

Seu diferencial aparece especialmente quando acessar o interior da peça faz parte do desafio. Em muitos processos, CT, CMM e sistemas ópticos podem inclusive trabalhar de forma complementar dentro da estratégia de controle da qualidade.

Não sabe qual tecnologia faz mais sentido para sua peça? Envie material, dimensões, tolerâncias e características que precisam ser avaliadas.

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Especificação técnica

Como escolher um tomógrafo industrial?

A escolha do sistema de tomografia não deve começar apenas pela potência da fonte ou pelo tamanho da máquina. Material, dimensões da peça, espessura a atravessar, nível de detalhe e objetivo da análise precisam ser avaliados em conjunto.

01

Material e densidade

Polímeros, alumínio, aço, ligas densas e materiais compostos apresentam comportamentos diferentes à passagem dos raios X. A capacidade de penetração necessária depende diretamente do material analisado.

02

Dimensões da peça

O componente precisa ser compatível com o volume de inspeção do sistema e com a geometria necessária para realizar a aquisição tomográfica.

03

Espessura atravessada

Não importa apenas qual material será analisado. A quantidade efetiva de material que o feixe precisa atravessar também influencia fortemente a configuração da aquisição.

04

Nível de detalhe necessário

Pequenos canais, poros, paredes finas e características delicadas podem exigir maior nível de detalhe do que uma inspeção geral de montagem ou geometria.

05

Objetivo da análise

Metrologia dimensional, porosidade, vazios, comparação CAD, espessura de parede, engenharia reversa e análise de montagem podem exigir estratégias diferentes.

06

Produtividade e tempo de scan

Desenvolvimento, laboratório, amostragem e produção possuem exigências diferentes de produtividade. O tempo de aquisição precisa fazer sentido para o fluxo real do processo.

Cuidado com uma simplificação comum

Mais kV não significa automaticamente mais precisão.

A tensão da fonte está relacionada principalmente à capacidade de penetrar o material e a espessura analisada. O desempenho metrológico depende de vários fatores do sistema e da estratégia de aquisição.

Outro ponto importante

Tamanho de voxel não é sinônimo de precisão metrológica.

O voxel está ligado à amostragem e ao nível de detalhe do volume reconstruído. A qualidade da medição dimensional depende do sistema completo, da geometria, dos parâmetros de aquisição, da reconstrução e da estratégia de análise.

A aplicação vem primeiro

O melhor CT não é necessariamente o de maior potência.

O sistema adequado é aquele dimensionado para o material, tamanho da peça, nível de detalhe, tipo de análise e produtividade realmente necessários para o processo.

Envie informações sobre a peça, material, dimensões e o que precisa ser analisado para avaliarmos a configuração mais adequada.

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Tomografia industrial WENZEL

Conheça a família exaCT

A WENZEL oferece diferentes plataformas de tomografia computadorizada industrial para atender desde pequenos componentes de alta resolução até peças maiores e materiais que exigem maior capacidade de penetração. A configuração adequada depende sempre da aplicação.

Tomógrafo industrial WENZEL exaCT S Desktop CT
WENZEL

exaCT S

Tomografia compacta para componentes pequenos.

A plataforma mais compacta da família exaCT é direcionada à análise de componentes menores, combinando tomografia computadorizada, inspeção não destrutiva e aplicações de metrologia dimensional.

  • Modelo exaCT S 130.
  • Fonte de raios X de 130 kV.
  • Indicada especialmente para componentes pequenos.
  • Metrologia, NDT e análise de microestruturas.
Tomógrafo industrial WENZEL exaCT M Workstation CT
WENZEL

exaCT M

Mais capacidade em uma estação compacta.

A exaCT M combina maior capacidade de raios X com um conceito compacto de workstation, atendendo componentes pequenos e médios em aplicações de controle dimensional e análise interna.

  • Modelo exaCT M 225.
  • Fonte de raios X de 225 kV.
  • Aplicações com plásticos, metais leves e multimateriais.
  • Unidade de avaliação integrada à workstation.
Tomógrafo industrial WENZEL exaCT L Tower CT
WENZEL

exaCT L

Plataforma modular para aplicações industriais mais amplas.

A família exaCT L foi desenvolvida para componentes médios e maiores, permitindo selecionar diferentes configurações de fonte conforme material, nível de detalhe, capacidade de penetração e produtividade necessária.

  • Configurações de 150, 180 e 225 kV.
  • Maior flexibilidade de aplicação.
  • Indicada para componentes médios e maiores.
  • Opções voltadas a resolução, penetração e velocidade.
Tomógrafo industrial WENZEL exaCT U Universal CT
WENZEL

exaCT U

Maior volume e capacidade para aplicações mais exigentes.

A exaCT U amplia o volume disponível para inspeção e oferece configurações de maior energia para componentes, espessuras e materiais que exigem maior capacidade de penetração.

  • Versões exaCT U 225 e exaCT U 300.
  • Fontes de até 300 kV.
  • Grande volume de medição.
  • Metrologia, NDT e análise de componentes complexos.
As quatro plataformas não representam simplesmente uma escala de “melhor para pior”. Cada sistema atende uma combinação diferente de tamanho de peça, material, espessura, resolução, capacidade de penetração e produtividade. A aplicação deve determinar qual configuração faz sentido.
Qual exaCT faz sentido para sua peça?

A especificação começa pela aplicação — não pelo modelo.

Material, dimensões, espessura, nível de detalhe, tolerâncias e objetivo da inspeção precisam ser avaliados antes de definir a plataforma e a configuração do sistema.

Envie as informações do componente e o que precisa ser medido ou analisado. A Metrology Systems pode avaliar a solução WENZEL mais adequada para a aplicação.

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Comparativo técnico

Família WENZEL exaCT: principais especificações

As plataformas exaCT atendem diferentes combinações de volume, capacidade de penetração, resolução e produtividade. Os números abaixo ajudam a comparar os sistemas, mas a escolha final precisa considerar a peça e o objetivo da inspeção.

Modelo Precisão* Volume / faixa de medição Fonte Potência / velocidade Voxel
exaCT S 130 5 µm Ø 83 × H 48 mm 130 kV 39 W / 10 FPS 5 µm
exaCT M 225 5 µm Ø 150 × H 240 mm 225 kV 1800 W / 2 FPS 40 µm
exaCT L 150 8 µm Ø 230 × H 400 mm 150 kV 75 W / 5 FPS 5 µm
exaCT L 225 8 µm Ø 230 × H 400 mm 225 kV 1600 W / 5 FPS 35 µm
exaCT U 225 12 µm Ø 330 × H 700 mm 225 kV 350 W / 15 FPS 12 µm
exaCT U 300 12 µm Ø 330 × H 700 mm 300 kV 350 W / 4 FPS 7,5 µm
Voxel

Menor voxel não significa automaticamente maior precisão

O tamanho do voxel está relacionado à amostragem volumétrica e ao nível de detalhe da reconstrução. Ele não deve ser utilizado isoladamente como indicador da capacidade metrológica do sistema.

Energia da fonte

Mais kV não significa automaticamente uma máquina melhor

Uma fonte de maior tensão aumenta principalmente a capacidade de penetração em determinadas combinações de material e espessura. Resolução, produtividade e aplicação precisam ser avaliadas em conjunto.

* Sobre o campo “Precisão”: os valores apresentados seguem o campo técnico publicado pela WENZEL para cada configuração. Eles não devem ser confundidos com o tamanho do voxel ou interpretados isoladamente como desempenho garantido para qualquer peça e condição de medição.

exaCT L 180: a WENZEL também apresenta a versão L 180 como parte da família. Os valores específicos dessa configuração devem ser confirmados na ficha técnica vigente no momento da especificação comercial.
Não escolha apenas pela tabela

A peça precisa ser analisada antes da configuração do sistema.

Material, dimensões, espessura atravessada, menor característica relevante, tolerâncias e produtividade esperada determinam qual configuração deve ser avaliada.

Envie os dados da sua aplicação para uma avaliação técnica da solução WENZEL mais adequada.

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Do scan à informação

Software e fluxo de análise na tomografia industrial

O valor da tomografia não termina na aquisição das imagens. O volume reconstruído precisa ser processado, analisado e transformado em informação útil para engenharia, qualidade e tomada de decisão.

01

Aquisição

Definição dos parâmetros e realização do scan da peça.

02

Reconstrução

As projeções são processadas e transformadas em um volume 3D.

03

Análise CT

Cortes virtuais, visualização interna, superfícies e investigação de defeitos.

04

Metrologia e relatório

Avaliação dimensional, comparação CAD e documentação dos resultados.

Análise CT

WM | PointMaster 4 CT

Solução WENZEL voltada à visualização e avaliação de dados provenientes da tomografia computadorizada, permitindo explorar o volume reconstruído e investigar regiões internas da peça.

Metrologia dimensional

WM | Quartis

Software de medição WENZEL utilizado para avaliação de geometrias, formas e tolerâncias, podendo trabalhar com dados CT e gerar relatórios metrológicos.

A tomografia não termina quando o scan acaba. O verdadeiro valor está em transformar o volume reconstruído em informações que possam responder perguntas de engenharia, metrologia, qualidade e investigação de falhas.

Quer avaliar uma aplicação de tomografia industrial?

Envie informações da peça, material, dimensões e o objetivo da análise.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre tomografia computadorizada industrial

Entenda os principais pontos sobre aplicação, capacidade de análise e escolha de um sistema de tomografia industrial.

O que é tomografia computadorizada industrial?

É uma tecnologia de inspeção que utiliza raios X e reconstrução computacional para criar um volume tridimensional do componente. Esse volume permite visualizar e analisar características externas, internas e ocultas sem necessidade de cortar a peça.

A tomografia industrial destrói a peça?

Não. A tomografia industrial é um método de inspeção não destrutivo. O componente pode ser analisado internamente sem seccionamento físico, permitindo preservar sua condição original.

É possível medir dimensões internas com tomografia industrial?

Sim. Quando o sistema e a estratégia são adequados à aplicação, o volume reconstruído pode ser utilizado para avaliar características dimensionais internas e externas, inclusive regiões que não podem ser acessadas diretamente por um apalpador.

A tomografia industrial consegue identificar porosidade e vazios?

Sim. Uma das aplicações da CT industrial é a investigação de poros, vazios, inclusões e outras descontinuidades internas. A capacidade de detectar essas características depende do material, dimensões, resolução necessária e parâmetros utilizados na aquisição.

Qual a diferença entre tomografia, CMM e medição óptica?

A CMM é especialmente forte no controle dimensional de características acessíveis e em rotinas de medição estruturadas. Sistemas ópticos capturam rapidamente superfícies externas sem contato. A tomografia se diferencia por reconstruir um volume 3D completo, permitindo analisar também regiões internas e ocultas de componentes opacos.

Como saber qual tomógrafo WENZEL é adequado para minha aplicação?

A escolha depende principalmente do material, dimensões da peça, espessura que os raios X precisam atravessar, nível de detalhe, tolerâncias, tipo de análise e produtividade necessária. Por isso, a aplicação deve ser avaliada antes da definição do modelo e da configuração do sistema.

Avaliação da aplicação

Tem uma peça ou processo para avaliar?

Envie informações sobre o componente, material, dimensões, tolerâncias e o que precisa ser analisado. A partir da aplicação, podemos avaliar qual configuração WENZEL faz sentido para o processo.

Quanto mais informações sobre a peça e o objetivo da inspeção, melhor será a avaliação técnica inicial.

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